quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

neve!!!

Bom, sem muito o que falar, mas soh pra dizer que... nevou!!! Ontem, dia 23 de janeiro de 2008!!! Acordei, escovei meu dente e quando olhei pela janela... tchum!!! Tava nevando. Isso era tipo umas 8 da manha.... tava fraquinho, fraquinho. Lah pelo meio dia eh que nevou de verdade. O chao ficou branco e assassino (escorrega pra burro, mas nao capotei nao...). Fui no Okuma Garden e bati umas fotos. sao as duas ultimas. A primeira eh da janela da minha sala de aula.



terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Action! Primeira parte...

Bom, jah que não tenho tempo pra ficar escrevendo muito, vou sair cuspindo meio que o que fiz por aqui e ainda não deu tempo de contar.... ok?!



Talvez a primeira coisa que fiz que adorei de verdade foi ir nessa casa bizarra da foto ai de cima. O morador assistente aqui do dormitório, Taichi, me convidou pra ir matar o tempo de umas crianças de um orfanato em Yokohama, aqui perto de Tokyo. Bom, era um domingo meio nublado e tals, mas fomos na vontade. Chegando lah fomos com as crianças nessa casa. Eh um dos melhores lugares do mundo. Eh uma gigantesca casa da arvore misturada com mundo de Beakman e a apresentação do Ra-Tim-Bum. Não preciso explicar mais nda neh! Quero uma casa dessa pra mim. Com direito a labirinto subterrâneo, fiquei a tarde inteira fazendo de tudo e nada ao mesmo tempo.




Outras coisas que aconteceram por aqui foram as festividades da facu. Waseda fez 125 anos e esse numero eh considerado bem importante por aqui. Shigenobu Okuma, fundador da Waseda, falava direto sobre a teoria dos 125 anos de vida. Basicamente, a teoria fala que 125 anos eh o tempo que o homem, cuidando do seu bem estar, consegue viver. Eh mais profunda que essa frase ai, achei moh legal na verdade, mas não tenho o dom pra explicar por aqui... hehehe.... bom, rolou a festa de 125anos e o Waseda-sai、um super festival organizado pela universidade e pelos alunos. Eh realmente sem noção. São dois fervorosos dias de quase realmente tudo. De dança tradicional japa, a Soldado do Star Wars, passando por barracas e mais barracas de comida, alem das velhas e boas sessões de cinema e apresentações teatrais no meio do nada. Valeu muito a pena.

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

2008 jah comecou.... hehehe....

To postando isso aqui antes de ser 2008 no brasil... coisa loka neh?! soh pra dizer que fiz! hehe... bom... como agora to meio capenga de sono e tals, vou soh colocar mais um video... fiquei com essa musica na cabeca a noite inteira... eh da mesma banda do post anterior, Tokyo Jihen...

Soh mais uma uma coisa que penso sobre: dai do brasil talvez nao pareca, e a musica nao parece mesmo, mas essa banda eh tipo essas bandas do brasil que usam outras coisas no som e fazem akele particular, sem puxar pra nenhum estilo.... tipo los hermanos... hehe... Tokyo Jihen eh bem japones, mas ao mesmo tempo eh outra coisa... mas que eh bem combinado eh.... e a performance eh sempre boa...

bom... ateh ano que vem dai do brasil, pq aki jah eh ano que vem.... dai do brasil.... ahUAHuh.... Omedetou!

PS: guenta as pontas que o pitch eh no talo... hahahaha... japa neh...

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

virando, agora com fone de ouvido....

Ultimo post do ano… daqui a pouco vou sair com todo mundo pra esperar o novo ano no meio da rua. Por aqui a sensação eh que esse ano começou a um tempinho atrás e vai terminar em julho. Agora eh soh uma espécie de festa por estarmos aqui. Bom, feliz ano novo pra todo mundo, não pretendo escrever muita coisa... hehe... soh uma...

Nunca gostei muito de musica japonesa. Não acho um som muito atraente. Desde que cheguei aqui então, a coisa piorou: a musica japonesa atual tah na briga com o pagodao e funk na categoria fracasso. Serio, não sei o que acontece. E isso era um problema pra mim, porque eu sempre me virei estudando inglês ouvindo musica, jogando e tals... mas em japones, jogar eh moh difícil por causa dos milhões de kanjis e musica, era essa coisa horrível... Bom, mas ai, esse mês, uma coisa boa aconteceu! Achei uma banda japonesa realmente boa! Tokyo Jihen (東京事変). A cantora jah era famosa antes, mas sem a banda nem eh tão bom... hehe... ia escrever mais sobre, mas tenho que ir... tao batendo aki na porta... vou deixar esses dois vídeos: um eh o som deles na vera, e a outra eh uma regravação da Misora Hibari... Mto boa.... bjos, abraços e ateh ano que vem!



sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Quando pensei em japones...


Ultimamente não to pensando, to fazendo. Isso porque a vida aqui depois do primeiro mês se tornou frenética. Aulas, saídas, lições de casa, comer e dormir. As vezes um vídeo game, um post, vida de computador. Jah falei lição de casa? Fotografia também. Ah, e os trens. Quase duas horas por dia passo dentro deles. Se decidir sair pra algum lugar, mais de duas. Parece que eu to reclamando, mas quando não to de saco cheio (e se fico, eh no final do dia), gosto bastante. Sinto falta de ouvir musica neles, mas ok, no problem. Li o post do Alexandre e quase morri um dia desses. Algumas coisas são meio difíceis por aqui. Não a vida diária e tudo mais, isso eh mto, mto, mto fda de bom. No final do dia, ouço um The Killers, Los Hermanos ou Gorillaz e vou dormir com saudades de coisas, mas feliz. Melhor eh impossível. Quer dizer, talvez fosse melhor se tivesse mais amigos japoneses pra saber como eh o esquema de verdade, mas isso, na língua de quase TODOS os estudantes estrangeiros, eh a etapa impossível. Nunca penso muito nisso porque pra mim pessoa eh pessoa, de qualquer jeito.... mas... mas essa semana eu andei pensando nisso. Foi assim: minha aula chamada “thematic interaction” tava um lixo. Não aguentava mais ir pra aula. A aula funciona assim: Não aprendemos nada de gramática ou qualquer coisa que aprimore nosso japones tecnicamente. Nessa aula aprendemos a nos expressar em japones de qualquer jeito. Na raça. No começo não entendia 20% da aula, hoje, entendo 98%. Isso porque todos eram nível dois e eu e mais uma menina éramos nível um. Achei a aula perfeita pra mim: sala em roda, não tenho prova (alivio de midialogo), faço redações em japones sobre fotografia e poucos alunos na sala, uns nove. Porem! Porem, a um mês atrás, coisa de japones, começou um historia de ter que relatar o que estamos fazendo e de tentar, mesmo vendo que tinha tempo sobrando, preencher o tempo da aula com coisas que duram cinco minutos. Acho que para não sair do “esquema” da aula. Garanto que eh coisa de japa. Regra numero um: sempre há regras. Ia pra aula e ficava estudando kanji escondido. E os professores sabem, mas não fazem nada. As vezes puxam assunto, mas eh soh você dizer que tudo bem pra você, que tanto faz, que eles aceitam isso como uma verdadeira resposta, não como uma disfarçada de que você tah viajando. Bom, eu, não agüentando mais, no intervalo da aula de terca falei pra assistente porque que a aula tava ficando desse jeito. Meus Deus, ai começou a bola de neve. Rolando e rolando. Dez minutos depois, estamos eu e ela fazendo um plano da aula, do porque que a coisa travou. E ela falava varias vezes: “o importante eh que vocês aprendam alguma coisa, temos que descobrir o problema”. Eu, jah meio assim com cara de quem “causou” na aula, fiquei quieto... Mas! Mas não adiantou. A professora voltou e a assistente falou pra ela e ai veio a pergunta: porque você acha isso Lucas? E lah fui eu, explicar em JAPONES o porque que eu achava que a aula tava uma caca. Quer dizer, mais da metade achava mesma merda, mas aquela coisa de estudante... quem eh o idiota que vai abrir a boca?! Bom, lah fui eu mais uma vez. Falei tudo em duas línguas. Com direito a esquema em tópicos. Pensei: sei que to aqui, que eh tipo “território estranho”, mas vamo que vamo. Bom, ai deslanchou. A professora perguntava mais, os outros alunos saíram atirando, a assistente falando varias coisas. Soh não teve choro dessa vez (piada para os leitores midialogos). Bom, a aula acabou, todos foram embora, a professora agradeceu as opiniões, eu pedi desculpa por meter não o dedo, o braco onde não sou chamado, e pensei: se a historia for a mesma que eu jah conheço, vai ficar tudo igual e mudar, talvez, uma coisinha ou outra.

Parágrafo. Dia seguinte. Primeira coisa da aula: “bom dia... ontem eu e os outros dois professores ficamos das 17h as 22h aqui na faculdade pra tentar resolver o problema da aula”. Melhor parte: saber que vocês querem melhorar as aulas eh muito gratificante para nós e não consideramos tempo perdido. Ficamos muito felizes de saber desse interesse. Entao, hoje, vamos tentar ajustar o programa da disciplina para melhorar as aulas”. BOOM! Pensei: “caralho, num credito”. Depois termino meu pensamento. Ficamos na aula organizando o novo esquema. Sabe como eh aluno neh. Dos nove, uns 3 tavam interessados. Os outros, tanto faz, querem algo pra fazer, entregar e ficar livre. Mas assim, sem palavras pra descrever esse negocio que aconteceu. Não eh soh tentar resolver o problema pra coisa andar, ou preparar a solução para os dias que estão na fila. “Se tah uma caca agora, porque não tentamos arrumar para continuar?”. Take-sensei ainda disse uma hora: a aula eh “em razão de pensar em japones” (+/- o nome da aula em japones – 考えるのために日本語), então, vamos pensar nisso e falar disso. Sai da aula, fui pras outras, acabou o dia, peguei o metro e sentei no trem voltando pra casa. Na minha frente, japoneses dormindo como sempre, tão sempre cansados..... pensei que talvez seja pelo que aconteceu com minha aula... “eh coisa importante neh”!? Nove, soh nove alunos! Mas ok, volto pra casa as 22h. Durmo no trem e não faço ninguém perder tempo. E Take-sensei ainda disse que ficaram muito felizes pela conversa... ... ... você que tah lendo tah entendo o que eh isso? ... ... ... ... Fiquei com vontade de conhecer mais pessoas assim... certamente não são todos assim, mas garanto proce que aqui a probabilidade eh maior. Estatística: 24 anos no Brasil sendo quase quatro na faculdade e 3 meses no Japão. Em casa, entrei no msn e perguntei pro outro lado do mundo como tavam as coisas na faculdade. Ouvi “do mesmo jeito”. Me deu um aperto saber que nao muda tudo de uma vez... sempre aos poucos... Pensei na vida de trem, ouvi o novo CD do The Killers seguido de D-sides do Gorillaz... ... acredito que baguncar a vida mudando as coisas todo dia vale a pena... ... acredito mesmo... nao sei se os que ficam parados sabem alguma coisa mais e nao me contam... ... bom, nao quero saber.... ... talvez soh uma coisa: o que serah que acontece depois!?


Kid hang over here
What you learning in school?
Is the rise of an eastern sun
Gonna be alright for everyone?
.: Gorillaz - Hong Kong

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Little big day...


Voce sabe porque eu estou com essa cara de idiota? No Brasil, paguei 30reais pra comprar essas películas ai na minha mao. São pro meu Nintendo DS. Aqui, nos primeiros cinco minutos perto da Tokyo Game Show ganhei três! hauHau... imagina... jah fiquei feliz... sem noção... haha... mto bom!!!! Mas assim, quando cheguei na frente dos portões pensei que minha felicidade tinha acabado. Chegamos uma hora e meia antes das portas se abrirem e jah tinha tanta gente que pensei: “fudeu, não vou entrar nunca nesse lugar”. Nada disso, erro meu. Aquele bolo de gente era soh o começo, e eu, era um dos sortudos de estar no primeiro bolo. Quinze minutos depois começou a sair gente de todos os lugares, não tava entendendo, ria muito... 9:30 a fila era tão grande que não conseguia ver o final. Detalhe que fila era em formato minhoca zig-zag sabe?! Ou seja, não conseguia ver a ultima parte da minhoca. Logo pensei: quando essa bagaça abrir tenho que ver os jogos mais famosos porque esse bando de japoneses vão dominar esse lugar. Dito e feito: ao entrar, escolhi jogar Gran turismo 5 e, quando fui tentar entrar na fila do Metal Gear... jah era: uma hora e meia de espera... Devil May Cry, hahaha, duas filas: uma 2h e outra de uma e meia.... desencanei.



O evento eh bem interessante. Não existe esse tipo de coisa no Brasil, em qualquer área. O ambiente era bem diferente, meio uma grande propaganda e um grande parque de diversões. Mesmo se você não gosta de games vale a pena ir. Tem de tudo: teatro, filme, show, cosplay, sofazao, cadeirinha, marmita, hamburger, japa de mini-saia, homem de sunguinha.... hahahaha.... muito, muito divertido....
Bom, jah sabia que a Nintendo não participava da Tokyo Game Show, jah estava preparado para não ver Mario Galaxy ou jogar alguma coisa nova do Wii, mas lah dentro reparei uma coisa: eh ótimo que a Nintendo não estava lah. Eh que nem você ir num lugar moh legal, com varias coisas legais, mas ai, do nada, aparece sei lah, o Mr. M, e ai, ninguém faz mais nada, todo mundo soh fica de olho no individuo espetáculo. A meu ver, a Nintendo se tornou algo assim esse ano: tão diverso, conhecido e “genial” para todo mundo (com gigantes aspas) que eh bom ela ficar em casa descansando durante um evento desse. E aqui no Japão essa coisa eh maior ainda. To fazendo uma bateria de entrevistas com jovens japoneses sobre games. Pra minha aula de japones. Ateh agora, 100% começou sua vida tecnológica com o Famicom... eh realmente impressionante. Bom, na época da TGS a Sony tava no embalo por aqui: lançamento do novo PSP e de Crisis Core, parte do projeto FFVII da Square-enix. Tirando os viciados em Dragon Quest, todo mundo tava de olho. Nas principais lojas, a entrada eram posters gigantes de Final Fantasy. Um dia depois da TGS vi uma fila em Shinjuku onde, de seis pessoas na fila, seis estavam comprando um PSPslim... eh como DVD das lojas americanas... ahuahU... fica um bando de vídeo-game e um monte de gente comprando. Bom, TGS, desculpem os viciados em Nintendo, mas a Sony, depois da TGS, subiu no meu conceito (um pouco soh neh). O seu stand era o mais divertido, não tinha como não querer voltar lah e jogar mais um jogo. Se a Nintendo ganhou a cara de “entretenimento popular”, a Sony tah virando “entretenimento espetáculo”. A nintendo conseguiu ser espetáculo quando lançou o DS e o Wii, mas ela não eh espetáculo nenhum por aqui: segue uma linha totalmente calma, porem extremamente forte e sempre com um publico gigante. A Sony não. O PS3 aqui eh sempre espetáculo, não importando se eh vídeo-game bom ou ruim. Da pra perceber que aos poucos a coisa tah voltando a crescer, e outra, o ps2 aqui ainda tah 100% na ativa... lançamentos, jogos na primeira fila e tals. Bom, na TGS, joguei um pouco de tudo da Sony: dos famosos aos experimentais... quase todos os jogos bons e atingindo o propósito. Tentava tirar fotos e tals, mas era proibido e vários monitores ficavam de olho. No stand do Microsoft você tinha a impressão de que o lugar estava calmo: pouco gente e fila curta. Joguei quase tudo lah, muito bom e divertido... mas fazer o que... Japão neh, quem liga pra Microsoft... Na Square-enix, quase nada jogavel. Dragon Quest e Crisis Core se você quisesse. O mais legal mesmo era entrar nas sessões e ver os filmes sobre os jogos... muito bom... animal... os japas vão a loucura quando “The Last Remnant” começa a passar…. Eh tipo preview de filme mesmo… mesmo nível de atenção.

Melhor jogo pra mim foi Little Big Planet... pura jogabilidade com gráfico muito animal de suporte. As partes de jogos para celular eh tipo salão de tecnologia: uma penca de aparelho e vários brindes. A de pequenas empresas eh bem legal, mas como sempre pouca coisa jogavel. Umas três horas da tarde fui ver se dava pra dar aquela jogadinha de Devil May Cry... hahahaha.... nem podia mais entrar na fila... bom, pés doendo, mala lotada de papeis, catálogos e brindes... soh restava rir da galera fantasiada de pokemon e comer aquele bento de yakisoba... hehehe.... ateh tinha mais coisa pra falar... quer dizer, sobre video game sempre tenho alguma coisa pra falar... mas vou parando... baixei Geometric Wars pro DS e to viciado em Gears Of Wars... vou jogar um pouco... hehe.... ateh....

Mais fotos no Picasa... sempre.... ateh mais...

domingo, 25 de novembro de 2007

Faltou o berço, mas ok, estávamos na rua mesmo...


Oh, se eu disser que foi complicado e que demorou serah mentira. Mas foi complicado... e demorou. Bom, vou divertido também... ateh certo ponto. Vou começar do final pra “facilitar”: hoje eu tenho conta num banco japonês, celular barato, recebo a bolsa mensalmente, tenho seguro-saúde, RG de estrangeiro, Hanko (carimbo tipo assinatura), RA (Registro Academico) de Waseda, estou devidamente matriculado, sei escrever meu endereço em Kanji (杉並区高円寺南!) e tenho minha permissão para trabalhar. Ufh... demorei um mês pra tudo isso. Se eu tivesse que fazer tudo isso sozinho então, fudeu, 4 meses.... haha... serio, mais formulários que qualquer outro lugar, impressionante. Pra TUDO você tem que preencher alguma coisa e conversar com alguém... o pior eh que funciona, e pesar dos pesares, acaba sendo rápido. O mais legal era que a gente sempre tinha uma carta extra na manga, pois sempre, sempre, sempre, jah sabíamos exatamente o que ia acontecer, e caso a informação não fosse 100% certeza, tínhamos pessoas do nosso lado ditando a próxima linha. Muito doido. Na primeira semana não entedia porque precisamos de quatro dias para aprender a preencher formulários e mais formulários... mas quando percebi que isso tava acontecendo, que jah tava fazendo tudo antes de fazer, fechei os olhos e fui que fui. Ai foi fácil, fomos em Shibuya para comprar celulares por um iene, fui a Shinagawa sozinho pegar minha permissão de trabalho, não pesquisei sobre qual era o melhor banco e bla bla bla. Quando vi, tudo feito. A burocracia se resumiu em saber das coisas e ir nos lugares com o pessoal do WIC e do Nijinokai (círculos que ajudam estudantes estrangeiros). Éramos bebes gigantes. De vez em quando ainda acho que o departamento de estrangeiros acha isso de verdade. Ateh pra comer... haha... serio... no meio das palestras, pausas com lanchinhos pão de forma cortados no meio, com suco de caixinha. Depois a jah sabida historia: plástico de um lado, papel de outro. E mais palestra. Na rua, divisão do grupo para não ter briga: quem quer macarrão?! Quem quer arroz?! E vao os bebes gigantes papar... hehe.... e cantar no karaokê... lalala....